A construção da Semana
Resumen
En este artículo, Raúl Antelo hace un panorama de cómo se desarrolló el imaginario en torno a la Semana del Arte Moderno de San Pablo.
Descargas
Citas
Adorno, T. W. (2001). Minima moralia. Reflexões sobre a vida lesada. Lisboa: Edições 70.
Andrade, M. de. (1922). Luzes e refracções. Klaxon, 1, 15-16.
Andrade, M. de. (1925, maio 24). Modernismo e ação. Jornal do Commercio.
Andrade, M. de. (1928, fevereiro 19). Regionalismo. Diário Nacional.
Andrade, M. de. (1939, abril 9). A Poesia em Pânico. Diário de Notícias.
Andrade, O. de. (1990). A psicologia antropofágica. Em M. E. Boaventura, Os dentes do dragão. São Paulo: Editora Globo.
Cardoso, J. (1972). Prefácio-testemunho dos aspectos sócio-culturais. Em S. Barros, A Década 20 em Pernambuco. Recife: Fundação de Cultura da Cidade do Recife.
Cascudo, L. et al. (2010). Câmara Cascudo e Mário de Andrade: Cartas 1924-1944 (1.a ed). São Paulo: Global Editora.
Cesar, O. (1929). A Expressão Artística nos Alienados (contribuição para o estudo dos symbolos na arte). São Paulo: Officinas Gráphicas do Hospital Juquery.
David, C. (1967, maio 27). De volta para casa. Correio da Manhã.
Duarte, P. (1956, outubro). Caudilhismo. Anhembi,71.
González Tuñón, R. (1938, outubro). El viejo soldado. Tristán Maroff. Motivos, 11.
Japy-Mirim. (1929, março 24). De antropofagia. Revista de Antropofagia, 2.a dentição, 2.
Klaxon. (1922, maio 15). Klaxon. Klaxon, 1, 3-5.
Lao Tsé. (1929, abril 14). Sem título. Revista de Antropofagia, 2.a dentição, 5.
Protesto e Praga. (1929, março 24). Revista de Antropofagia, 2.ª dentição, 2.Marquês de Sade. (1929, abril 7). Do marquez de Sade. Revista de Antropofagia, 2.a dentição, 4.
Mendes, M. (1994). Aproximação do terror. En L. Stegagno (Ed.), Murilo Mendes. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar.
Descargas
Publicado
Versiones
- 19-10-2023 (2)
- 15-05-2022 (1)
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0). Eso permite que otros puedan usar, copiar, distribuir, adaptar y mezclar la obra, pero solo con fines no comerciales. Siempre se debe mencionar el autor, y se pueden crear obras derivadas, pero no con fines comerciales.











